O guitarrista RICARDO GIESTA iniciou sua carreira solo em 1992,
quando lançou seu primeiro álbum RICARDO BLUES GIESTA, onde
apresenta composições próprias em uma fusão musical, que tem
como raízes fundamentais o BLUES , passando pelo JAZZ,
FUNK, R&B, SOUL e RITMOS BRASILEIROS.
No início, aos 14 anos, teve aulas particulares de
iniciação ao violão com o Professor Roberto Nunes, sua única
informação acadêmica, que logo deu lugar a uma incansável e
solitária pesquisa intuitiva junto aos discos, shows e viagens.
Em 1985 participou do início da reformulação da programação
da nova Globo FM na direção do jornalista Luiz Antônio Mello.
Como produtor do programa de Blues e Música Negra "Mississipi Dream's"
pela rádio Fluminense FM, Ricardo Giesta entrevistou grandes nomes
do Blues como: Eric Clapton, Boddy Guy, Bo Diddley, Robert Cray.
Em estúdio participou de gravações como a do CD "Arariboia
blues" do cantor Antônio Quintella e também em suas apresentações
ao vivo, assim como em outros projetos como convidado.
Em shows dividiu o palco com músicos como: Blues Etílico,
Baden Powell, Celso Blues Boy, Arthur Maia, Cláudio Zoli, Big Alambik,
Baseado em Blues , Paulinho Guitarra e outros, assim como em vários
festivais de blues e circuito da música instrumental.
Este ano RICARDO GIESTA está em estúdio em fase de mixagem
do seu próximo álbum, todo com músicas inéditas.
Entre as maiores influências estão os saxofonistas
Grover Washington Jr., King Curtis, os guitarristas Albert King,
B B King, Cornell Dupree, Eric Gale e Eric Clapton.
Em suas apresentações, a fusão do Blues com o Soul,
Funk, Jazz e Ritmos Brasileiros surge de modo sofisticado,
dinâmico dando ênfase à interpretação instrumental, podendo
haver inclusão de momentos vocais, caso o espetáculo se
apresente oportuno.
Formação da banda:
Quinteto: guitarra, baixo, teclado, sax, bateria.
Francisco Falcon - baixo
Bruno Dvoran - bateria
Ivo Senrra - teclado
Bruno Marques - sax
Ricardo Giesta - guitarra
"Giesta é um dos maiores guitarristas brasileiros de Blues..."
Diário do Povo- Campinas - SP - 10 de agosto de 95
"Ele tem blues no nome, é guitarrista de Niterói e mostra que
absorveu muita coisa do idioma básico do jazz... seu disco é
uma boa surpresa."
O Globo - RJ - 22 de setembro de 92