Celso Blues Boy



Do alto de uma carreira que já soma 26 anos e o aponta como um dos melhores guitarristas do Brasil, Celso Ricardo Furtado de Carvalho, nascido há 44 anos no Rio de Janeiro, lançou em dezembro de 1999 seu próprio selo, a Blues Boy Recordes, e seu nono álbum, "Vagabundo errante" . Sua obra é composta por: "Som na Guitarra", "Marginal Blues", "Celso Blues Boy 3", "Blues Forever", "Quando a Noite Cai", "Vivo", Indiana Blues" e "Nuvens Negras Choram".

Celso Blues Boy tocou sua guitarra em público pela primeira vez aos quatro anos de idade, levado pelas mãos da avó para participar de um concurso de programa de rádio. Firmou-se no cenário musical do pais tocando ao lado de Sá e Guarabira, Raul Seixas, entre outros.

Consagrado pelo público e pela crítica, o " Mago da Guitarra", como é chamado, introduziu o blues no pais e enfrentou solitária e inflexivelmente os anos negros em que o gênero era praticamente desconhecido e ignorado pela mídia brasileira. O cantor e compositor incorpora ao seu estilo elementos de suas experiências com a música brasileira, associando-as a herança de ídolos como Ray Charles, Eric Clapton e do amigo B.B. King, com quem costuma dividir o palco no Brasil e Europa e, com quem, em novembro de 1995 gravou a faixa "Mississipi - Sobre Robert Johnson" (Celso Blues Boy), inclusa no CD "Indiana Blues".



Celso Blues Boy caracteriza-se por apresentar uma show centrado em improvisados e inspirados solos de guitarra a arranjos criativos para suas músicas onde mescla a precisão e a gilidade de seus dedos com a emoção e rouquidão de sua voz, em variado repertório de blues, rhythm'n'blues e Rock'n'Roll (que invariavelmente agita a platéia), e "Fumando na Escuridão", estas com novos arranjos, além das composições que fazem parte do último Cd "Vagabundo Errante". Dentre estas destacam-se "Terra da Meia Noite", "Último Tango para Roy Buchannan", faixa instrumental dedicada aos grande guitarrista e "Uirapuru", expressivo clássico sertanejo.

Atualmente seu show conta com a produção de Marcos Vianna, e como a participação da banda S. ou S.: Marco Pereira (vocal), Rogério "Percy" Lucas (guitarrista base), Robson Lucas (baixo) e Rodney Ferreira (bateria).

Celso continua se responsabilizando pela voz e pelos solos na sua "Velha Fender" e "Nova Gibson", uma junção de técnica e emoção. O resultado surpreende e enaltece o público, que sempre se torna parte integrante do espetáculo.